A vida começa com o nascimento e termina com a morte?

A visão da ciência materialista de que a vida começa com o nascimento e termina com a morte tende a reforçar a crença de muitos de que “morreu, acabou tudo”. Obviamente, quem pensa assim, acredita que para resolver seu sofrimento, suas dores, a saída é a morte.
No entanto, muitos pacientes que pensavam dessa forma, após terem passado por fortes experiências espirituais pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual, abordagem psicológica e espiritual breve, criada por mim em 2006 -, e conversado com o seu mentor espiritual (ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual), recebendo suas sábias orientações acerca da causa de seus problemas e sua resolução, mudaram radicalmente sua visão sobre a vida e a morte e saíram dessa terapia com a firme convicção de que a morte não existe e, portanto, o suicídio não é a solução.
A psicologia e a psiquiatria oficial, ancoradas numa visão materialista do ser humano de que “a vida começa com o nascimento e termina com a morte”, não aceitam a visão integral do ser humano (mente, corpo e espírito) e, portanto, que somos seres espirituais imortais.

Desta forma, a tese da pluralidade das existências, ou seja, da reencarnação, obviamente também é ignorada pela ciência médica e psicológica. Sendo assim, a psicologia oficial acredita que somos como somos desde a infância e a personalidade humana se forma nos primeiros anos de vida da criança. Ou seja, o ambiente familiar, através dos pais, irá moldar a personalidade da criança.

Essa tese, evidentemente, tende a reforçar o vitimismo dos filhos, tornando-os adultos revoltados que responsabilizam os pais pela sua infelicidade e pelo que são em razão da educação que tiveram. Quero esclarecer aqui que não estou de maneira alguma eximindo os pais de sua responsabilidade como educadores; o que defendo é que os pais não são totalmente responsáveis pela formação da personalidade da criança e suas atitudes como a psicologia apregoa.

Na verdade, já encarnamos com uma personalidade definida, pois trazemos de outras existências tendências e traços de personalidade negativos e positivos. Em outras palavras, trazemos latentes de outras encarnações – em nosso perispírito (corpo mental e emocional) -, as características individuais de nosso modo de pensar, sentir e agir.
Sendo assim, os pais apenas reforçam, mantêm ou atenuam os traços de personalidade de seus filhos, tendências negativas ou positivas, que trazem de vidas passadas. Cabe, portanto, aos pais, como educadores, observarem essas tendências negativas e buscarem atenuá-las ou corrigi-las.

Portanto, reencarnamos nesta vida terrena por dois motivos: 1) Viemos para nos curar dessas tendências (maus hábitos e imperfeições), tais como: autoritarismo, arrogância, prepotência, orgulho, egoísmo, inferioridade, desvalorização, maledicência, etc.;
2) Reparar erros do passado (resgate cármico), frutos de nossas imperfeições, que hoje, no atual estágio de consciência, de evolução em que nos encontramos, consideraríamos como atos bárbaros, atrozes, mas que no passado eram vistos como naturais, normais, por conta dos valores das culturas nas quais estávamos inseridos. Ainda hoje, por exemplo, em muitas culturas tribais, matar crianças que nascem aleijados, com retardo mental ou outra deformidade é uma prática comum, pois elas não serão úteis e funcionais para a comunidade. Degolar e trazer a cabeça de um líder guerreiro inimigo, era visto como um feito louvável e admirável por muitos povos.

Como seres espirituais em evolução, obviamente, cometemos erros no passado por falta de esclarecimento, consciência, enfim, por ignorância das leis universais. No entanto, do ponto de vista da evolução espiritual do ser humano, o que o impede de evoluir não é o erro em si, mas não ter consciência de estar errando e, com isso, repetir os mesmo erros em várias encarnações, inclusive na vida atual.

Na TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual, assim denominei por ela colaborar na evolução do ser humano, o mentor espiritual do paciente irá mostrar nessa terapia a causa de seus problemas, sua resolução, bem como as aprendizagens necessárias, mas o seu maior benefício é o paciente saber quais os erros que vêm cometendo em suas várias encarnações, o que só saberia após o seu desencarne no Astral.

Caso Clínico: Depressão
Homem de 41 anos, casado, três filhos.

O paciente veio ao meu consultório se queixando de um depressão profunda (estava há 55 dias de licença médica, afastado do trabalho). Ele achava que a causa de sua depressão vinha de um “trauma de sua infância”, ou seja, acreditava que a causa de seu problema vinha de um ambiente familiar ruim gerado por sua mãe. Sentia-se, portanto, vítima de uma mãe desequilibrada que depreciava o valor dos filhos, sempre os comparando com os outros, dizendo-lhes que nada do que faziam estava certo. Pelo fato de sua mãe depreciá-lo, acreditava ser ela a causadora de sua depressão e insegurança. Desta forma, se sentia um refém, um revoltado com a educação que a sua mãe lhe dera. Ao regredir, o paciente me relatou: “Alguém está falando comigo (nesta terapia, o paciente se comunica com um ser espiritual das trevas ou da luz em pensamento, intuitivamente)… Ele diz que é responsável pela minha evolução espiritual… Na verdade, esse ser espiritual é a minha mentora espiritual.
Ela diz que eu matei o meu pai de uma vida passada; o matei por maus tratos. Após ter tirado a sua vida, acabei me matando, me suicidei. (pausa).
Após a minha morte física, fui parar num lugar de muito sofrimento (o paciente estava se referindo ao umbral, que é um plano espiritual das trevas), um lugar de gritos, tristeza, escuridão, choro, de muito frio, de muita dor… Fui perdoado pela minha mãe dessa vida passada, que é a minha mãe de hoje”.

– Pergunte à sua mentora espiritual de onde vem a sua depressão? – peço ao paciente.
“Vem do umbral, dessa região de sofrimento e dor; são resquícios, emanações desse lugar que trago à vida atual (é comum nessa terapia, muitos pacientes descobrirem que sua depressão vem do umbral, dessa região de sofrimento). Ela me diz que eu e o meu pai nos amávamos, e o que aconteceu entre nós foi uma tragédia. Após tirar a sua vida, me atirei de um penhasco; minha mãe sofreu muito, pois ela teve duas perdas de entes queridos ao mesmo tempo.
Minha mentora espiritual revela também que o meu pai dessa vida passada não é o mesmo de hoje. Diz que o meu pai dessa encarnação passada é o meu melhor amigo de hoje, que não vejo há muito tempo.
Por causa dessa tragédia, minha mãe se tornou uma pessoa muito infeliz, mas ela acabou me perdoando e, graças ao seu perdão, consegui sair do umbral e, em seguida, reencarnar na vida presente. Minha mentora espiritual diz que lhe causei muita dor e por isso ela traz ainda essa amargura na vida atual”.

– Pergunte à sua mentora espiritual por que ela te revelou essa vida passada?
“Diz que foi para me libertar e parar de culpar minha mãe pela minha depressão. Ressalta que é graças à misericórdia de minha mãe, de ela ter me perdoado, que saí do umbral e pude reencarnar.
Revela também que hoje tenho medo de altura porque me suicidei jogando-me do penhasco. Fala para eu rezar, cuidar de minha esposa e filhos, voltar a trabalhar, que as coisas materiais virão naturalmente. Afirma que preciso cuidar de meu lado espiritual estudando e frequentando um Centro Kardecista, pois preciso melhorar como pessoa. Para eu crescer espiritualmente, diz que preciso ser mais simples, humilde, não pensar tanto. Diz ainda que a vida é simples, a gente é que complica. Fala que está muito feliz por eu ter vindo a essa terapia para saber a causa de minha depressão e, com isso, parar de culpar minha mãe. Fala ainda que tem respeito e admiração pelo trabalho do senhor. (pausa). Agora, ela está se despedindo, indo embora”.

Após o término da terapia, o paciente me mandou um e-mail: “Dr. Shimoda, sinto-me ótimo, parece que acordei de um pesadelo, ainda meio atordoado com o véu que se abriu sobre meus olhos. É com profundo sentimento de respeito e gratidão que lhe escrevo estas linhas, pois nesses dias que estive com o senhor nessa terapia, minha vida se transformou totalmente, nunca tinha sentido tanta paz e tranquilidade, nunca!

Principalmente, porque estava a tanto tempo afastado de meu trabalho, tomando medicamento antidepressivo para combater o desejo de sumir, a raiva, irritação, tristeza, agonia, agressividade, a vontade de ficar longe de tudo e de todos, não conseguindo sequer atender ao celular. Foi nesse estado que cheguei ao seu consultório.

Sempre fiz autoanálise, com conhecimentos superficiais e limitados, partindo do pressuposto que a origem de meus problemas vinha de “traumas de infância”, o que me colocou em uma situação terrível e lamentável, pois sempre atribui à minha mãe a culpa do meu problema. E o pior, quanto mais acreditava nisso, mais me distanciava de Deus, mais erros e injustiças cometia, e com isso mais tristeza gerava para todos à minha volta.

Passei minha vida toda acreditando que meus problemas vinham de minha mãe, mas, passando por essa terapia, minha mentora espiritual sabiamente me conduziu à minha liberdade (esta terapia vai de encontro com máxima secular de Cristo “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”), pois é assim que me sinto hoje em relação aos meus problemas. Agora entendo que essa depressão tinha outra fonte de origem, a qual não podia imaginar, ou seja, nunca tive “traumas de infância”, mas, sim, resquícios de uma vida passada. Minha mãe me salvou duas vezes: na primeira me livrou do umbral para que eu pudesse reencarnar, pedindo com tamanha misericórdia para que retornasse novamente como seu filho; e a segunda me levando ao senhor, a essa terapia, pois foi ela que me trouxe ao seu consultório, pois sozinho, nunca teria ido, pois estava desacreditado de tudo, e se a verdade não me fosse revelada nessa terapia, continuaria culpando a minha mãe pelos meus problemas.
Quero agradecer a Deus Pai por sua infinita bondade e misericórdia; à minha mentora espiritual que me protege sempre; à minha mãe… Não tenho palavras; ao meu pai, sinto orgulho em ser seu filho; à minha esposa, sua voz é um bálsamo para o meu coração; às minhas irmãs, por não ter paciência necessária para entendê-las; aos meus filhos, que me amam tanto, e aos meus amigos que se manifestaram e me apoiaram.

Dr. Osvaldo, caso o senhor entenda que essa mensagem possa ajudar outras pessoas, autorizo sua publicação”.

Um grande abraço!

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